PRÉDIOS
INTERESSANTES

Considerada a capital brasileira de arranha-céus, São Paulo recebe muitos turistas motivados a conhecer diversos prédios famosos ou com arquitetura diferenciada. Segundo levantamento realizado pelo Observatório de Turismo e Eventos (núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo), cerca de 3% dos visitantes que se dirigem às Centrais de Informação Turística (Cits) busca conhecimento sobre arquitetura, arte e design da capital. É possível dizer que quem transita pelas ruas de São Paulo, a fim de apreciar as construções de diferentes estilos, formas e tamanhos, faz uma imersão pela história da capital e por grandes nomes da arquitetura.

Edifício Guinle
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Considerado o primeiro prédio vertical de São Paulo, e umas das primeiras construções de concreto armado do Brasil, foi projeto pelos arquitetos Hipólito Gustavo Pujol Júnior e Augusto de Toledo. Construída entre 1913 e 1916, a fachada do prédio possui ramos e frutos de café.

Edifício Martinelli
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O arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena, foi o responsável pelo projeto do edifício que teria 12 andares. Entretanto, o empreendedor da obra, Giuseppe Martinelli, tinha a meta de construir 30 andares. Inaugurado em 1929, na época era o mais alto edifício do mundo fora dos Estados Unidos. A construção possui as três divisões básicas da arquitetura clássica: embasamento, corpo e coroamento.

Tribunal de Justiça
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Com a ornamentação inspirada na arquitetura maia, o prédio foi projetado em 1933 pelo arquiteto Felisberto Ranzini e inaugurado em 1937, como sede da Bolsa de Valores.

Edifício Matarazzo
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Conhecido como Banespinha, por ter recebido uma das sedes do Banco do Estado de São Paulo até 2003, o edifício foi inaugurado em 1939 com o objetivo de ser a sede das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Projetado pelo arquiteto italiano Marcello Piacentini, é a sede desde 2004, da Prefeitura de São Paulo.

Edifício Copan
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Projetado por Oscar Niemeyer, em 1954, o prédio é um símbolo da arquitetura moderna brasileira. O edifício em forma de "S" teve seu projeto original encomendado pela Companhia Pan-Americana de Hotéis e Turismo.

Edifício Itália
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O Edifício Itália é o segundo maior prédio da cidade e um dos maiores do Brasil, com 165 metros de altura, distribuídos em 46 andares. Inaugurado em 1965, é atualmente um dos marcos da capital, protegido pelo Partrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira. Sua construção foi permitida pelas autoridades municipais apenas por se localizar em um dos pontos focais de São Paulo (na esquina das avenidas Ipiranga e São Luís, no centro). Um dos maiores destaques do edifício Itália é o restaurante localizado no seu topo, conhecido como Terraço Itália, que permite uma vista em 360 graus da cidade, sendo um dos maiores pontos turísticos de São Paulo.

Edifício Sede da Bovespa
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A sede da Bovespa é um edifício da década de 1940, construído em estilo neoclássico, no centro. Sofisticado, o edifício possui mármore italiano em suas escadas, obras de arte, móveis clássicos, uma biblioteca e dois auditórios. O prédio pertencia ao Comind (Banco do Comércio da Indústria) que acabou perdendo o imóvel em 1985, devido à sua liquidação extrajudicial. Em 1986, a  Bovespa adquire o edifício em um leilão pelo valor de US$ 10 milhões. A inauguração da nova sede da Bolsa de Valores de São Paulo ocorreu em 1990, após uma ampla reforma, que passou a área do imóvel de 12 mil para 18 mil metros quadrados. Atualmente com 10 andares, o prédio abriga 700 pessoas entre funcionários e operadores, além de ser sede da CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia), que pertence à Bovespa. É possível fazer uma visita guiada ao interior  do prédio.

Patteo do Collegio
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O Pateo do Collegio marca o início de São Paulo, a partir da construção de uma pequena cabana de pau a pique onde se reuniam 13 jesuítas, entre eles José de Anchieta e o padre Manoel da Nóbrega, preocupados em catequizar os nativos. A cerimônia oficial da fundação da cidade ocorreu no dia 25 de janeiro de 1554. Localizado no Centro, o complexo abriga diversas atividades culturais.

Catedral da Sé
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A Catedral da Sé, mais conhecida igreja católica da capital, é um dos cinco maiores templos neogóticos do mundo e destino certo de muitos turistas que ficam perplexos com sua beleza e tamanho. Instalado na Praça da Sé, no Centro, o edifício conta com 111 metros de comprimento, 46 metros de largura e 65 metros de altura. Sua construção original teve início em 1598, sendo concluída somente em 1612. No entanto, o edifício que conhecemos hoje foi erguido séculos depois. Projetada por Maximilian Hehl, professor da Escola Politécnica, a atual edificação teve suas obras iniciadas em 1913, trabalho que só foi encerrado em 1954, no aniversário do 4º centenário de São Paulo. A catedral passou por uma grande reforma, sendo reaberta em 2002. No seu interior, o visitante encontra, por exemplo, missas diárias e uma cripta, aberta à visitação, inaugurada em 1919. Com trinta câmaras mortuárias, mantém, até os dias atuais, os sarcófagos dos bispos e arcebispos, além de guardar os restos mortais do cacique Tibiriçá, o primeiro cidadão de Piratininga, e do padre Feijó, Regente do Império.

Museu de Arte Sacra e Mosteiro da Luz
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Criado em 1579 (e finalizado em 1788, depois de reformas e ampliações), o Mosteiro da Luz é considerado por especialistas a mais importante construção arquitetônica colonial do século XVIII em São Paulo. Quem entra no prédio, localizado no centro, logo é tomado pela atmosfera espiritual do lugar. As relíquias da arte barroca, que datam do século XVI até os dias atuais, são pratarias e ourivesaria religiosas, pintura, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas sacras e livros litúrgicos raros. A coleção de lampadários só é menor que a dos museus do Vaticano. Outras atrações que integram este complexo são o Museu dos Presépios, que abriga 190 conjuntos presepistas originários de diversos países e regiões do Brasil, e a loja de artigos religiosos e gastronomia (pães e doces confeccionados pelas irmãs).

Mosteiro de São Bento
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O Mosteiro de São Bento é um símbolo importante para a cidade de São Paulo. Com mais de 400 anos de história, o local sempre teve grande influência na cidade. A fundação do Mosteiro de São Bento data do fim do século XVI - 14 de julho de 1598. Em 1910 teve início a construção atual. Quatro anos mais tarde, em 1914, estava completo o conjunto beneditino que conhecemos hoje: a Basílica de Nossa Senhora da Assunção, o Mosteiro e o Colégio de São Bento, marco histórico, cultural e turístico.

Templo de Salomão
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O Templo de Salomão é a sede mundial da Igreja Universal do Reino de Deus, no Brás. É o maior espaço religioso do País. A edificação da réplica foi inspirada em características da construção do Templo de Salomão, conhecido também como o primeiro templo citado pela Bíblia – localizado em Jerusalém, Israel. Sua capacidade é de receber, ao mesmo tempo, mais de 10 mil pessoas na nave principal ou santuário. A área total de 70 mil metros quadrados equivale a 16 campos de futebol. O altar e a fachada do templo foram feitos com pedras nativas de Israel. A construção consumiu mais de 28 mil metros cúbicos de concreto e 2 mil toneladas de aço, o bastante para construir duas vezes o Palácio do Planalto, que é a sede do gabinete presidencial em Brasília. As medidas e arquitetura do templo são com base nas orientações bíblicas. O Templo de Salomão conta com 126 metros de comprimento, 104 metros de largura, 55 metros de altura com dois subsolos, que corresponde a de um prédio de 18 andares, quase duas vezes a altura da estátua do Cristo Redentor. E o templo também tem 36 salas de Escola Bíblica Infantil (EBI) com capacidade para receber aproximadamente 1.300 crianças, estúdios de televisão e rádio, auditório para 500 pessoas e estacionamento para 2 mil carros - além de 59 apartamentos do tipo quitinetes, 12 apartamentos com uma suíte e 13 de duas suítes para abrigar pastores e bispos da instituição.

Masp
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Um dos destaques culturais da cidade é o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Famoso pelo vão livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares, o museu foi inaugurado em 1967. Com projeto moderno e ousado para a época, o Masp tornou-se rapidamente um dos principais cartões-postais da cidade. O Masp é considerado hoje o mais importante museu de arte do Hemisfério Sul, por possuir o mais rico e abrangente acervo. São cerca de 8.000 peças, em sua grande maioria de arte ocidental, desde o século IV a.C. aos dias de hoje. São destaques da Coleção do Masp as obras de Rafael, Bellini, Andrea Mantegna e Ticiano, na Escola Italiana.

Pinacoteca do Estado
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Localizada na Praça da Luz, no Bom Retiro, a Pinacoteca do Estado é o museu de arte mais antigo da cidade. Fundado em 1905, pelo Governo do Estado de São Paulo, é um museu de artes visuais, com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Em 1982, o prédio foi oficialmente tombado, com o objetivo de preservar um dos componentes do conjunto arquitetônico do bairro da Luz, característico da passagem do século XIX para o XX em São Paulo, onde se inserem também a Estação da Luz, a Estação Júlio Prestes e o Museu de Arte Sacra de São Paulo. A Pinacoteca está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo. Na década de 1990, o prédio foi reformado pelos arquitetos Paulo Mendes da Rocha, Weliton Ricoy Torres e Eduardo Argenton Colonelli, cujo projeto recebeu o Prêmio Mies van der Rohe para a América Latina. Com a reforma, o museu ficou apto a receber grandes mostras internacionais.

Estação Júlio Prestes
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Erguida entre os anos de 1926 e 1938, a Estação Júlio Prestes foi originalmente inaugurada em julho de 1872 pela Estrada de Ferro Sorocabana, e levava o nome de Estação São Paulo. Construída em estilo francês Luís XVI, a estação era, na época, ao lado das mansões e grandes edifícios que surgiam em São Paulo, uma mostra do poderio econômico da produção cafeeira do Estado. Em 1951 teve o nome alterado em homenagem a Júlio Prestes, único político eleito presidente da república pelo voto popular impedido de tomar posse. Ocupa uma área total de 25 mil m². Em 1990, juntamente com vários outros projetos de revitalização do centro, surgiu a proposta de recuperação da estação e transformação de parte de seu belo edifício na sede da Orquestra Sinfônica do Estado. Foram 18 meses de obras com centenas de operários, técnicos especializados, procedimentos artesanais de longa tradição e as mais modernas tecnologias para transformar a área central da estação em uma das mais belas e completas salas de concerto da América Latina, com 1.509 lugares e 1.000 m². Além da Sala São Paulo, há ainda mais nove salas de ensaio com paredes acústicas, além de biblioteca de partituras e estúdios de gravação, que compõem o Complexo Cultural Júlio Prestes.

Oca
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O edifício da Oca, Pavilhão Governador Lucas Nogueira Garcez, localizado no Parque do Ibirapuera, sempre foi enfatizado por Oscar Niemeyer como o elemento de maior importância arquitetônica e plástica para o parque. O espaço já apresentou diversas exposições de artistas famosos - entre os destaques, um dos que mais recebeu visitas foi a exposição de Picasso. O prédio, com cerca de 10 mil m², já abrigou o Museu da Aeronáutica e o Museu do Folclore, e foi reformado segundo o projeto de Paulo Mendes da Rocha. Hoje, é considerado um dos cartões-postais do parque e da própria capital.

Biblioteca Mário de Andrade
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A Biblioteca Mário de Andrade (BMA) é a principa biblioteca pública da cidade. Fundada em 1925, a partir do acervo da Câmara Municipal, consolidou-se ao longo de sua história como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Seu edifício-sede, localizado no centro, é considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade.

Palácio dos Bandeirantes
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A sede do Governo Paulista, o Palácio dos Bandeirantes, foi construída para abrigar a Universidade "Fundação Conde Francisco Matarazzo". A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. Diversas tentativas, sem sucesso, foram feitas para que fundações como "Getúlio Vargas" e "São Paulo" assumissem a sua direção. Em vista disso, foram iniciadas negociações com o Governo do Estado de São Paulo. Em 1964, a sede do governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o novo prédio no bairro do Morumbi. A denominação "Bandeirantes" é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. O Palácio dos Bandeirantes possui um rico acervo artístico, com obras de artistas como Portinari, Antonio Henrique, Djanira Motta e Silva e Aldemir Martins, entre outros. Diversas dessas obras podem ser vistas durante as exposições temporárias. Durante as visitas é possível ver ainda o Salão dos Pratos e a Galeria dos Governadores.

Pavilhão da Bienal
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Um dos espaços para eventos mais conhecidos da cidade é o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, conhecido como Pavilhão da Bienal. O prédio foi projetado por Oscar Niemeyer e funciona desde 1957. Sua localização é próxima ao Museu de Arte Moderna (MAM) e à Oca. O local recebe grandes eventos, como os desfiles da São Paulo Fashion Week (maior evento de moda da América Latina) e a Bienal de Arte. O prédio possui três andares, com estrutura de vidro e concreto. O térreo, com seu pé direito alto, abriga eventos maiores e exposições, com uma forte sensação de contato com a natureza causada pelos vidros que abrem a visão ao parque. É a linha de acesso do resto do prédio com a marquise e demais pontos. O mezanino do pavilhão recebe jantares e eventos mais intimistas, com cozinha e bar. Os pavimentos modulares são livres de divisórias, facilitando a montagem de vários espaços dentro de um mesmo andar. Entre os andares é possível ter a visão dos outros, através de guarda-corpos sinuosos que conferem uma estética diferenciada e moderna à estrutura. Essa composição cria um vão central que é utilizado para montagens diferenciadas de obras, por exemplo.

Casa das Rosas
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Para os turistas que visitam São Paulo, a Avenida Paulista é um dos pontos obrigatórios para conhecer a essência da cidade. No início desse famoso cartão-postal, está instalada a famosa Casa das Rosas, um espaço dedicado às mais diversas manifestações culturais, com foco principal em poesia e literatura. No local, a liberdade artística se materializa em saraus, recitais, lançamentos de livros, peças de teatro, cursos preparatórios, exposições e outros formatos que privilegiem a difusão da poesia e da arte em geral. O casarão foi construído em 1935, época em que a região da Paulista era ocupada por mansões dos senhores do café. Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, foi habitada até 1986, quando sofreu desapropriação pelo governo do Estado. Por ter um dos mais belos jardins de rosas da cidade, a Casa das Rosas foi inaugurada como espaço cultural em 1991, com o nome que conhecemos atualmente. Atualmente, já com os típicos “espigões” de concreto dominando a paisagem, o imóvel revela uma parte da história da avenida que nem todos conhecem.

Theatro Municipal
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Um dos grandes cartões-postais de São Paulo, o Theatro Municipal funciona desde 1.911, embora sua construção tenha sido iniciada em 1.903. Projetado por Cláudio Rossi e desenhado por Domiziano Rossi, foi inaugurado pela ópera de Hamelet, de Ambroise Thomas, para uma multidão de 20 mil pessoas que se amontoavam na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao teatro. Com isso, a cidade começava a se integrar ao roteiro internacional dos grandes espetáculos. O local foi idealizado nos moldes dos melhores teatros do mundo para atender a ópera - a primeira forma artística e de lazer típica da burguesia, em virtude do grande número de italianos que viviam em São Paulo. Desde sua inauguração, duas grandes restaurações marcaram as mudanças e renovações do espaço: a primeira aconteceu em 1954, com o arquiteto Tito Raucht, responsável pelos pavimentos para ampliação dos camarins e redução dos camarotes. O segundo restauro ocorreu de 1986 a 1991, comandado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, restaurando o prédio e implementando estruturas e equipamentos mais modernos. Hoje, o Theatro coordena escolas de música e dança e busca desenvolver cada vez mais o trabalho de seus corpos estáveis: a Orquestra Sinfônica Municipal, a Orquestra Experimental de Repertório, o Balé da Cidade, o Quarteto de Cordas, o Coral Lírico e o Coral Paulistano.

Estação da Luz
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Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem. Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).