CULTURA & HISTÓRIA

Os melhores museus, as exposições mais incríveis, shows, cinemas com alta tecnologia, teatros tradicionais, galerias de arte, monumentos belíssimos, construções impressionantes cheias de histórias para contar. A vida cultural de São Paulo é a mais intensa e diversificada do Brasil. Confira, abaixo, algumas das principais atrações.

Masp
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Um dos destaques culturais da cidade é o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Famoso pelo vão livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares, o museu foi inaugurado em 1967. Com projeto moderno e ousado para a época, o Masp tornou-se rapidamente um dos principais cartões-postais da cidade. O Masp é considerado hoje o mais importante museu de arte do Hemisfério Sul, por possuir o mais rico e abrangente acervo. São cerca de 8.000 peças, em sua grande maioria de arte ocidental, desde o século IV a.C. aos dias de hoje. São destaques da Coleção do Masp as obras de Rafael, Bellini, Andrea Mantegna e Ticiano, na Escola Italiana. Os retratos das filhas de Luiz XV, pintados por Nattier, as Alegorias das Quatro Estações de Delacroix e as pinturas de Renoir, Monet, Manet, Cézanne, Toulouse-Lautrec e também as de Van Gogh, Gauguin e Modigliani registram a importância da arte produzida na França, presentes na Coleção. O Masp também possui a coleção completa de 73 esculturas de Edgar Degas, além de 3 pinturas do artista. A Arte Espanhola está representada por El Greco, Goya, Velázquez, e a Arte Inglesa por Gainsborough, Reynolds, Constable e Turner, entre outros. Dentre os flamengos, citamos Rembrandt, Frans Hals, Cranach e Memling e o tríptico de autoria de Jan Van Dornicke. Na Arte das Américas marcam presença Calder, Torres Garcia, Diego Rivera e Siqueiros, e artistas brasileiros como Almeida Junior, Candido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret e Flávio de Carvalho. Fazem parte do acervo também núcleos de: Arqueologia, Esculturas, Desenhos, Gravuras, Fotografias, Maiólicas (cerâmicas italianas dos séculos XIV ao XI), além de Tapeçarias, Vestuário e Design.

Pinacoteca do Estado
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Localizada na Praça da Luz, no Bom Retiro, a Pinacoteca do Estado é o museu de arte mais antigo da cidade. Fundado em 1905, pelo Governo do Estado de São Paulo, é um museu de artes visuais, com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Em 1982, o prédio foi oficialmente tombado, com o objetivo de preservar um dos componentes do conjunto arquitetônico do bairro da Luz, característico da passagem do século XIX para o XX em São Paulo, onde se inserem também a Estação da Luz, a Estação Júlio Prestes e o Museu de Arte Sacra de São Paulo. A Pinacoteca está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo. Na década de 1990, o prédio foi reformado pelos arquitetos Paulo Mendes da Rocha, Weliton Ricoy Torres e Eduardo Argenton Colonelli, cujo projeto recebeu o Prêmio Mies van der Rohe para a América Latina. Com a reforma, o museu ficou apto a receber grandes mostras internacionais. Seu acervo original foi formado com a transferência do então Museu do Estado, hoje Museu Paulista da Universidade de São Paulo, de 26 obras de importantes artistas que atuaram na cidade, como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antonio Parreiras e Oscar Pereira da Silva. Após mais de um século de vida, a Pinacoteca do Estado possui um acervo com cerca de 9 mil obras. A Estação Pinacoteca abriga também a Coleção Nemirovsky, um dos mais importantes acervos da arte moderna do País. Um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Fundação José e Paulina Nemirovsky permitiu sua instalação no museu.

Parque da Independência
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Para quem aprecia o lazer no meio de muito verde e ainda quer saber um pouco mais da história de nosso País, um passeio perfeito é visitar o Parque da Independência. Localizado no coração do Ipiranga, abriga o Museu do Ipiranga, o Monumento à Independência, jardins, a Casa do Grito e faz parte do patrimônio histórico nacional. Um jardim projetado em estilo francês une o museu e o monumento aos outros edifícios, que abrigam viveiro de plantas e museu de zoologia. O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mais conhecido como Museu do Ipiranga, é um dos mais visitados da capital. Projetado pelo engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi, em 1884, o museu tem por objetivo contar aos visitantes a história do Brasil. Em seu acervo há mais de 125 mil artigos, entre esculturas, quadros, joias, moedas, medalhas, móveis, documentos e utensílios, além de documentação do século XVI até meados do século XX, que servem para compreender a sociedade brasileira, com concentração na história de São Paulo. O Monumento do Ipiranga é um conjunto de esculturas em granito e bronze idealizado e executado pelos italianos Ettore Ximenes (escultor) e Manfredo Manfredi (arquiteto). Foi inaugurado por ocasião do centenário da independência, ainda incompleto, sendo finalizado quatro anos mais tarde. Em sua cripta está instalada a Capela Imperial, construída em 1952 para abrigar os restos mortais de Dom Pedro I, de sua primeira esposa, a imperatriz Leopoldina de Habsburgo e, também, de sua segunda esposa, a imperatriz Amélia de Leuchtenberg. A Casa do Grito, originalmente construída de pau-a-pique, foi restaurada por volta de 1955 e abriga diversas exposições com temas relacionados à cidade de São Paulo.

MAC USP
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O Museu de Arte Contemporânea (MAC USP) foi criado em 1963 quando a Universidade de São Paulo recebeu o acervo do antigo MAM de São Paulo, formado pelas coleções do casal de mecenas Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, pelas coleções de obras adquiridas ou recebidas em doação durante a vigência do antigo MAM e pelos prêmios das Bienais de São Paulo, até 1961. De posse desse rico acervo, composto, entre outras, por obras de Amedeo Modigliani, Pablo Picasso, Joan Miró, Alexander Calder, Wassily Kandinsky, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Lygia Clark e uma estupenda coleção de arte italiana do começo do século XX, o novo museu passa a atender aos principais objetivos da Universidade: busca do conhecimento e sua disseminação pela sociedade. Instalado em um complexo arquitetônico criado nos anos 1950 pelo arquiteto Oscar Niemeyer e equipe, o MAC USP possui hoje um acervo de cerca de 10 mil obras, entre pinturas, gravuras, tridimensionais, fotografias, arte conceitual, objetos e instalações. É considerado um centro de referência de arte moderna e contemporânea, brasileira e internacional, mantendo à disposição de estudantes, especialistas e do público em geral uma biblioteca e um importante arquivo documental.

Ateliers de arte da Vila Madalena
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A Vila Madalena concentra uma enorme diversidade de ateliês de arte e artesanato. São dezenas de ateliês e pequenas lojas com produção artesanal e artística de todas as formas de criação e artes manuais. Na Rua Aspicuelta, por exemplo, fica o ateliê e loja da Preta Pretinha, que confecciona bonecas e bonecos negros, além de brinquedos educativos e objetos de decoração infantis - promovendo igualdade e respeito para as crianças. A poucas quadras de distância, na Rua Fidalga, fica o atelier Cerâmica & Cia, com uma infinidade de objetos de cerâmica. Eles ainda realizam oficinas e aulas de torno, modelagem e pintura de cerâmica. Já o ateliê Vila dos Mosaicos, na Rua Natingui, é especializado em obras e artesanatos produzidos com reaproveitamento de pastilhas de vidro. Desde caixas para guardar objetos até quadros de parede e moldura de espelhos, uma visita à Vila dos Mosaicos é um programa imperativo para quem gosta das artes manuais.

Galerias de arte da Vila Madalena
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Complementando o trabalho desenvolvido pelos ateliês, as galerias de arte na Vila Madalena dão vida ao bairro e chamam a atenção pela qualidade de suas coleções e dos artistas por elas representados. Um dos destaques é a Imã Foto Galeria, localizada na Rua Fradique Coutinho. Contando com um acervo de mais de 3 mil imagens, a Imã tem em seu menu artistas brasileiros de renome internacional, como Walter Firmo, Araquèm Alcântara e Nair Benedicto. Para os amantes da fotografia, a Nikon tem uma galeria na Rua Aspicuelta. Na Rua Medeiros de Albuquerque, está a galeria Choque Cultural. Fundada por arquitetos e historiadores, conta com trabalhos de artistas contemporâneos e de linguagem essencialmente urbana. Também voltada para a arte contemporânea emergente está a Galeria TATO. Localizada na Rua Fradique Coutinho, apresenta exposições periódicas de inúmeras linguagens contemporâneas.

Beco do Batman
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Também na Vila Madalena fica o famoso Beco do Batman, uma incrível galeria de grafite a céu aberto. Os desenhos são renovados constantemente por grafiteiros e a comunidade ajuda a conservar as paredes que são disputadíssimas pelos artistas. A cada visita, uma nova pintura é encontrada no local, o que faz que o visitante retorne mais de uma vez para apreciar as obras.

Estação Júlio Prestes
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Erguida entre os anos de 1926 e 1938, a Estação Júlio Prestes foi originalmente inaugurada em julho de 1872 pela Estrada de Ferro Sorocabana, e levava o nome de Estação São Paulo. Construída em estilo francês Luís XVI, a estação era, na época, ao lado das mansões e grandes edifícios que surgiam em São Paulo, uma mostra do poderio econômico da produção cafeeira do Estado. Em 1951 teve o nome alterado em homenagem a Júlio Prestes, único político eleito presidente da república pelo voto popular impedido de tomar posse. Ocupa uma área total de 25 mil m². Em 1990, juntamente com vários outros projetos de revitalização do centro, surgiu a proposta de recuperação da estação e transformação de parte de seu belo edifício na sede da Orquestra Sinfônica do Estado. Foram 18 meses de obras com centenas de operários, técnicos especializados, procedimentos artesanais de longa tradição e as mais modernas tecnologias para transformar a área central da estação em uma das mais belas e completas salas de concerto da América Latina, com 1.509 lugares e 1.000 m². Além da Sala São Paulo, há ainda mais nove salas de ensaio com paredes acústicas, além de biblioteca de partituras e estúdios de gravação, que compõem o Complexo Cultural Júlio Prestes. O local também ganhou uma galeria de arte. Fazem parte do acervo seis telas de 40 metros quadrados, suspensas por cabos de aço e distribuídas ao longo dos 245 metros da plataforma. São obras abstratas de artistas brasileiros contemporâneos e podem ser vistas de qualquer lugar da estação.

Catavento Espaço Cultural
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Localizado no Palácio das Indústrias, no Parque Dom Pedro II, o Catavento Espaço Cultural e Educacional tem por objetivo apresentar ao público conhecimentos científicos e culturais aprimorando o desenvolvimento sócio-cultural da população. O local, com visitação recomendada para crianças a partir de seis anos, tem mais de 250 instalações didáticas que permitem ao público interagir com a ciência e a tecnologia, e ainda complementam as aulas de ciências, física, química e biologia. O Catavento proporciona ao visitante a oportunidade de ouvir sons do universo, tocar em um meteorito de verdade e conhecer as aventuras de grandes nomes da história.Dividido em quatro seções: Universo, Vida, Engenho e Sociedade, o espaço foi inaugurado em março de 2009 e é hoje um dos museus mais visitados da capital paulista, recebendo uma média diária de 2 mil pessoas. Entre todas as atrações, distribuídas em 4 mil m², também é possível conferir aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma maquete do sol, uma caverna que reproduz as formações e sons originais e a sala do corpo humano, que utiliza vídeos, maquetes e animações. É possível conferir ainda as atrações do Museu da Tecnologia de São Paulo, que teve seu acervo transferido para o Catavento no início de 2011. Entre os principais equipamentos estão a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra, ela pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

Museu do Futebol
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O Museu do Futebol é um museu temático, único no mundo sem ter ligação com nenhum clube, dedicado exclusivamente ao futebol, que foi construído no chamado ‘avesso’ das arquibancadas, ou seja, dentro de um espaço que fica embaixo delas, na entrada principal do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu. O visitante começa o percurso no saguão de entrada, na Sala do Torcedor, onde estão os objetos utilizados por eles, como chaveiros, flâmulas, broches e bandeiras. Depois, passa para a Sala Anjos Barrocos, onde encontrará seus ídolos em imagens em movimento – craques como Pelé, Zico,  Romário, Ronaldo, Gérson, Sócrates e Rivelino. Na Sala de Gols, o visitante pode ouvir grandes personalidades narrando seus gols preferidos e, na Sala do Rádio, ouvir os radialistas em gravações originais e memoráveis de narradores como Ary Barroso, Fiori Gigliotti e Osmar Santos. Na Sala das Origens, encontram-se fotos e vídeos que demonstram a importância da fusão étnica em nosso futebol. Na Sala dos Heróis, o visitante conhecerá grandes personalidades brasileiras que marcaram o século, como os jogadores Leônidas da Silva e Ademir da Guia. Para finalizar a parte histórica, o visitante entra em um túnel e sente-se como se estivesse na Copa de 1950. Em seguida, vai atravessando décadas de cada período entre as copas, num túnel do tempo de sons e imagens em telas de cristal líquido. As crianças e os papais vão gostar de ver as cenas de Pelé e Garrincha em ação, afinal são mais de seis horas de imagens em vídeos com diversas cenas de grandes ídolos e seus marcos. No espaço também é mostrada a relação da arte com o futebol, qual o impacto do esporte na vida das pessoas e a história das Copas do Mundo – tudo com muita interatividade.

Planetário do Parque Ibirapuera
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Inaugurado em 1957, o Planetário Professor Aristóteles Orsini foi o primeiro do Brasil. Tem como objetivo sensibilizar o público para as questões do universo, em especial da astronomia. É um importante polo de educação, cultura e entretenimento. Foi reaberto em 2006, depois de restaurado e modernizado. Hoje conta com o projetor Zeiss StarMaster e uma cúpula de 18 metros de diâmetro. A sala possui capacidade para 300 visitantes, sete deles cadeirantes.

Instituto Butantan
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Para o público que visita o Instituto Butantan, além de conhecer seus serpentários, também pode desfrutar do parque com árvores raras e grandes alamedas. No Instituto funcionam ainda dois museus: o Museu do Instituto Butantan (MIB) e o Museu Histórico. São mais de 60 espécies de serpentes brasileiras e outras trazidas de quatro continentes, além de aranhas e escorpiões. Os exemplares mais interessantes ficam no museu. Há najas da África e da Índia, jiboias e sucuris. O público encontra também uma estação multimídia para consultas sobre as serpentes brasileiras. O local possui um belíssimo parque com cerca de 80 hectares e mais de 62% em área verde.

Museu Afro Brasil
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Ponto de referência no Brasil sobre cultura latino-americana, o Memorial da América Latina é uma opção indispensável na escolha de pontos de turismo na capital. O complexo homenageia países vizinhos de quase todo o continente com uma arquitetura ímpar, idealizada e projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Soma-se a isso uma múltipla programação de arte – cinema, música, teatro, exposições – e cursos. Seus 84 mil m² abrigam monumentos que se tornaram referência na importante obra do maior arquiteto brasileiro de todos os tempos. A começar pela Praça Cívica, onde são realizadas festas a céu aberto e local que hospeda uma das mais importantes esculturas das Américas, a Mão, projetada por Niemeyer; o Salão de Atos Tiradentes, que recebe o painel Tiradentes, de Cândido Portinari; a Passarela, localizada sobre a Avenida Auro Soares de Moura Andrade, proporciona uma visão privilegiada das instalações do Memorial e dos arredores. Dentre as atrações do Memorial, destaca-se ainda a Galeria Marta Traba, que recebe renomadas exposições provindas de diversos países.

Memorial da América Latina
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Ponto de referência no Brasil sobre cultura latino-americana, o Memorial da América Latina é uma opção indispensável na escolha de pontos de turismo na capital. O complexo homenageia países vizinhos de quase todo o continente com uma arquitetura ímpar, idealizada e projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Soma-se a isso uma múltipla programação de arte – cinema, música, teatro, exposições – e cursos. Seus 84 mil m² abrigam monumentos que se tornaram referência na importante obra do maior arquiteto brasileiro de todos os tempos. A começar pela Praça Cívica, onde são realizadas festas a céu aberto e local que hospeda uma das mais importantes esculturas das Américas, a Mão, projetada por Niemeyer; o Salão de Atos Tiradentes, que recebe o painel Tiradentes, de Cândido Portinari; a Passarela, localizada sobre a Avenida Auro Soares de Moura Andrade, proporciona uma visão privilegiada das instalações do Memorial e dos arredores. Dentre as atrações do Memorial, destaca-se ainda a Galeria Marta Traba, que recebe renomadas exposições provindas de diversos países.

Oca
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O edifício da Oca, Pavilhão Governador Lucas Nogueira Garcez, localizado no Parque do Ibirapuera, sempre foi enfatizado por Oscar Niemeyer como o elemento de maior importância arquitetônica e plástica para o parque. O espaço já apresentou diversas exposições de artistas famosos - entre os destaques, um dos que mais recebeu visitas foi a exposição de Picasso. O prédio, com cerca de 10 mil m², já abrigou o Museu da Aeronáutica e o Museu do Folclore, e foi reformado segundo o projeto de Paulo Mendes da Rocha. Hoje, é considerado um dos cartões-postais do parque e da própria capital.

MAM
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Localizado dentro do Parque Ibirapuera, o Museu de Arte Moderna (MAM) possui mais de 5 mil obras produzidas pelos nomes mais representativos da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto a coleção fixa como as exposições temporárias privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas. A cada dois anos, o MAM realiza o Panorama da Arte Brasileira, exposição que resulta do mapeamento da produção contemporânea em todas as regiões do país. O crescimento do interesse pela arte brasileira no mundo consolidou o Panorama como uma mostra relevante no circuito artístico internacional. O museu mantém ainda uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas.

Biblioteca Mário de Andrade
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A Biblioteca Mário de Andrade (BMA) é a principal bibilioteca pública da cidade. Fundada em 1925, a partir do acervo da Câmara Municipal, consolidou-se ao longo de sua história como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Seu edifício-sede, localizado no centro histórico da capital, é considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade. Detentora do segundo maior acervo documental e bibliográfico do país – atrás somente da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro -, a BMA é por excelência o órgão depositário de todos os registros histórico-culturais da cidade de São Paulo. Seu acervo conta com aproximadamente 3,3 milhões de títulos, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano, e conserva um amplo conjunto de manuscritos, gravuras, mapas e outras obras raras majoritariamente produzidas entre os séculos XV e XIX.

Bixiga
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Fundado em 1878, o bairro do Bixiga – um dos mais tradicionais de São Paulo – tem uma importância histórica e cultural muito ampla para a capital paulista. Localizado no centro, o distrito foi formado por imigrantes italianos recém-chegados ao Brasil e seus moradores cultivam até hoje suas origens, principal motivo pelo qual ganhou fama. Apresenta uma diversidade inacreditável e isso se deve ao fato de ser um dos bairros mais boêmios e, ao mesmo tempo, mais religiosos da capital. Suas cantinas, feiras e tudo o que envolve seu lado mais tradicional, fazem deste um dos bairros mais icônicos da cidade. Começando por seu lado religioso, o bairro é lar de uma das maiores e mais tradicionais festas da capital: a Festa de Nossa Senhora Achiropita, comemorada desde 1926 durante os fins de semana do mês de agosto, em homenagem à padroeira do bairro. Para essa festividade, são espalhadas dezenas de barracas pelas ruas, oferecendo aos visitantes pratos típicos italianos e toda a renda é revertida para obras sociais da Paróquia Nossa Senhora Achiropita. O aspecto mais cultural do bairro pode ser encontrado no Teatro Oficina (foto), companhia teatral fundada em 1958 e tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) em 1982; no Teatro Ruth Escobar, fundado em 1963 e um dos mais famosos Centros Culturais da cidade; no Theatro Sérgio Cardoso, antigo Teatro Bela Vista, fundado em 1956 e reinaugurado como Sérgio Cardoso em homenagem a seu fundador, em 1980. O bairro também conta com algumas construções históricas que merecem destaque, como a Escadaria do Bixiga, que dá acesso ao Museu do Óculos e ao Museu Memória do Bixiga, que conta a história dos imigrantes italianos na região, na parte alta do bairro (Rua dos Ingleses) e às famosas cantinas na parte baixa (Rua Treze de Maio); os Arcos da Rua Jandaia, uma obra monumental construída no século XIX e descoberta apenas na década de 80, por acaso, quando algumas construções foram demolidas; o “Caminito brasileiro”, conjunto de casas e estabelecimentos comerciais que tiveram suas fachadas restauradas em 2009, ganhando cores vibrantes e alegres (o nome faz referência ao Caminito, famoso ponto turístico de Buenos Aires) e a Vila Itororó, uma construção de 1929, composta por um palacete e 37 casas. Aos domingos, a Feira de Antiguidades do Bixiga, nas ruas do bairro desde 1982, conta com cerca de 300 barracas que reúnem os mais diversos artigos, desde móveis, livros, LPs e obras de arte à roupas e jóias em um espaço reservado para brechós.

CTN
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O Centro de Tradições Nordestinas (CTN) é a principal referência em centro de cultura, entretenimento e gastronomia nordestina na cidade de São Paulo. Fundado em 1991,o local conta com área de 27 mil m², 10 restaurantes e nove quiosques que servem comida típica nordestina, o espaço cenográfico Vila do forró, a feira de artesanato, a Igreja Imaculada Conceição, um parque de diversões e uma arena multieventos. Pelo palco do Centro de Tradições Nordestinas já passaram grandes nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Leonardo, Zezé di Camargo e Luciano, Aviões do Forró, Calypso, Jorge e Mateus e Wesley Safadão, entre outros.

Concreto # Cultura Urbana e Contracultura
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Arte urbana e contracultura são as principais diretrizes de um dos mais novos centros de cultura paulistano – o Concreto # Cultura Urbana e Contracultura, localizado numa casa dos anos 20 na Vila Madalena. Sua proposta é incentivar, democratizar e mostrar as diferentes formas de expressão que afloram na cidade grande. No local, o público tem acesso a exposições, ateliê, loja de produtos artísticos e cursos. Seu acervo artístico inclui obras de famosos artistas de rua da cidade, além de novos nomes que surgem no cenário. Desde a street art marginal de Feik até as luminárias feitas com objetos descartados de Alê Ferro (também arquiteto da casa), passando pelo pós-modernismo das telas de Vanderley Lopes, Leandro Cunha, as ilustrações retro-pop de Sergio Barbo e a “arte-sacra torta” de Jonnhy Lazz. A arquitetura do local, projetada por Alê Ferro, une sustentabilidade a design. A reforma do local foi feita a partir do reaproveitamento de materiais já utilizados, com madeiras virando banco, rampa feita a partir do antigo piso, reforma de cadeiras e a reutilização das janelas, além de alguns objetos que foram resgatados de ferro-velho. Na área externa há um lounge com wi-fi, decorado com toques de arquitetura modernista, por um painel feito pelo artista Leandro Cunha, além de uma jabuticabeira plantada nos anos 1920, concreto aparente e uma parede de plantas. É nesse espaço, com trilha sonora baseada em bandas que, de algum modo, revolucionaram a música urbana, de Velvet Underground e John Coltrane a Mutantes e Secos & Molhados, que o visitante encontra diversificadas opções gastronômicas: comida vegetariana contemporânea, petiscos, sobremesas, além de drinks, cafés e chope artesanal da microcervejaria de Bamberg, de Campinas. A loja da Concreto oferece uma seleção de produtos de artistas e designers brasileiros e livros sobre contracultura, cultura urbana, movimentos revolucionários, música e arte.

Galeria Olido
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O centro de São Paulo recebeu e presenciou, no começo do século 20, o auge do cinema. O público pôde assistir as primeiras projeções no espaço Politeama, no Vale do Anhangabaú, em 1907 e, meses depois, na primeira sala de cinema da cidade, no Bijou Theatre. Além deles, o Cine Olido, inaugurado 50 anos depois, foi o primeiro cinema galeria (localizado em um grande edifício de mármore, com lojas e a sala de cinema com poltronas numeradas e orquestra tocando antes dos filmes) e um dos principais da cidade, até o fim do século 20, quando teve de fechar as portas por causa da popularização dos cinemas em shopping centers. Após reforma e reabertura em setembro de 2004, com o nome de Galeria Olido, o local todo se tornou um importante centro cultural da cidade.  Instalado ao lado da Galeria do Rock, conta com diversos espaços dedicados a música, teatro, dança, artes plásticas, fotografia e, é claro, cinema. O Cine Olido passou por reformas e agora possui piso emborrachado, nova pintura e 236 assentos. A programação exibe mostras a preços populares (com entrada a um real) ou até gratuitas, homenagens a diretores, grandes clássicos do cinema, sejam curtas ou longas-metragens e, em especial, filmes nacionais.

Instituo Tomie Ohtake
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O Instituto Tomie Ohtake destaca-se por ser um dos raros espaços da cidade especialmente projetado, arquitetônica e conceitualmente, para realizar mostras nacionais e internacionais de artes plásticas, arquitetura e design. Como homenageia a artista que lhe dá o nome, o Instituto desenvolve exposições que focalizam os últimos 60 anos do cenário artístico, ou movimentos anteriores que levam a entender melhor o período em que Tomie vem atuando, organizando mostras inéditas no Brasil - como Louise Bourgeois, Josef Albers, Yayoi Kusama, Salvador Dalí e Joan Miró, entre outras. Além de um programa de exposições marcante na cena cultural brasileira e que se desdobra em outras atividades, como debates, pesquisa, produção de conteúdo, documentação e edição de publicações, o Instituto Tomie Ohtake desenvolve, desde a sua fundação, ampla pesquisa no ensino da arte contemporânea.

Esquina das avenidas Ipiranga e São João
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O encontro de avenidas mais famoso de São Paulo é, sem dúvida, a esquina da Ipiranga com a São João. Imortalizado na música "Sampa", de Caetano Veloso, o ponto era e continua sendo um dos mais frequentados da cidade. Conhecido no mundo musical, o Bar Brahma ainda permanece no mesmo local desde sua fundação, em 1948. Exatamente na esquina, no "coração da cidade", como o próprio se define, o estabelecimento reunia ilustres frequentadores como Jânio Quadros, Fernando Henrique Cardoso, Adoniram Barbosa, Ari Barroso, entre outros. Hoje, é reduto de shows de clássicos da MPB e tem atrações do nível de Demônios da Garoa e Cauby Peixoto, além de outros grandes grupos e intérpretes. Construções históricas podem ser contempladas no decorrer das duas avenidas. A Ipiranga, que antes era apenas uma rua, traz arquiteturas que fazem parte de cartões-postais e da mente dos paulistanos. O Edifício Itália e o Copan enfeitam a paisagem e enchem os olhos de todos os habitantes que por ali passam e o Cine Ipiranga ainda traz o clima do cinema de rua que antes dominava vários pontos do centro. Já a Avenida São João é residência do local que reúne as mais diversas tribos - a Galeria do Rock. Agregando os amantes musicais dos mais variados estilos e idades, nos andares da galeria são vendidos os mais variados CD's, discos, roupas, acessórios e, claro, tudo que possa remeter ao Rock n' Roll. Sede de edifícios históricos como o Martinelli, por exemplo, a São João ainda traz a Galeria Olido, um dos mais importantes espaços culturais paulistanos com exposições, cinema, teatro e mais uma infinidade de atividades para paulistanos e turistas. Na gastronomia local, destaque para o número 633 da São João, onde funciona a famosa e premiada Casa da Mortadela, que delicia os seus assíduos frequentadores há mais de 25 anos.

Monumento às Bandeiras
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Construído em frente ao Parque Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, também conhecido como “Empurra-empurra” ou “Deixa-Que-Eu-Empurro”, representa os bandeirantes que desbravaram o País, como portugueses, negros, mamelucos e índios, que puxam uma canoa de monções, utilizadas em expedições fluviais. A obra, que foi executada por Victor Brecheret, tem 240 blocos de granito, pesando 50 toneladas cada, com 50 metros de comprimento e 16 metros de altura. O monumento foi inaugurado em 1954, juntamente com o Parque Ibirapuera, em comemoração ao IV Centenário da cidade.

Obelisco Mausoléu
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O monumento funerário, localizado em frente ao Parque Ibirapuera, começou a ser construído em 1947, foi inaugurado em 1955, porém só foi finalizado em 1970. Símbolo da Revolução Constitucionalista de 1932, o Obelisco é um projeto do escultor ítalo-brasileiro Galileo Ugo Emendabili, com execução do engenheiro alemão radicado no Brasil, Ulrich Edler, tem 72 metros de altura e está no jardim que aponta para a Avenida 23 de Maio, data em que ocorreu a morte dos quatro primeiros revolucionários. Tombado pelos conselhos Estadual e Municipal de Preservação de Patrimônio Histórico, o Mausoléu guarda até hoje os corpos dos estudantes mortos, além de 713 ex-combatentes. Para preservar a memória da rebelião, cenas bíblicas e passagens da história paulista foram feitas com pastilhas de mosaico veneziano. No Mausoléu também foi escrita a frase "viveram pouco para morrer bem, morreram jovens para viver sempre", em homenagem aos estudantes.

Palácio dos Bandeirantes
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A sede do Governo Paulista, o Palácio dos Bandeirantes, foi construída para abrigar a Universidade "Fundação Conde Francisco Matarazzo". A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. Diversas tentativas, sem sucesso, foram feitas para que fundações como "Getúlio Vargas" e "São Paulo" assumissem a sua direção. Em vista disso, foram iniciadas negociações com o Governo do Estado de São Paulo. Em 1964, a sede do governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o novo prédio no bairro do Morumbi. A denominação "Bandeirantes" é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. O Palácio dos Bandeirantes possui um rico acervo artístico, com obras de artistas como Portinari, Antonio Henrique, Djanira Motta e Silva e Aldemir Martins, entre outros. Diversas dessas obras podem ser vistas durante as exposições temporárias. Durante as visitas é possível ver ainda o Salão dos Pratos e a Galeria dos Governadores.

Pavilhão da Bienal
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Um dos espaços para eventos mais conhecidos da cidade é o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, conhecido como Pavilhão da Bienal. O prédio foi projetado por Oscar Niemeyer e funciona desde 1957. Sua localização é próxima ao Museu de Arte Moderna (MAM) e à Oca. O local recebe grandes eventos, como os desfiles da São Paulo Fashion Week (maior evento de moda da América Latina) e a Bienal de Arte. O prédio possui três andares, com estrutura de vidro e concreto. O térreo, com seu pé direito alto, abriga eventos maiores e exposições, com uma forte sensação de contato com a natureza causada pelos vidros que abrem a visão ao parque. É a linha de acesso do resto do prédio com a marquise e demais pontos. O mezanino do pavilhão recebe jantares e eventos mais intimistas, com cozinha e bar. Os pavimentos modulares são livres de divisórias, facilitando a montagem de vários espaços dentro de um mesmo andar. Entre os andares é possível ter a visão dos outros, através de guarda-corpos sinuosos que conferem uma estética diferenciada e moderna à estrutura. Essa composição cria um vão central que é utilizado para montagens diferenciadas de obras, por exemplo.

Casa das Rosas
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Para os turistas que visitam São Paulo, a Avenida Paulista é um dos pontos obrigatórios para conhecer a essência da cidade. No início desse famoso cartão-postal, está instalada a famosa Casa das Rosas, um espaço dedicado às mais diversas manifestações culturais, com foco principal em poesia e literatura. No local, a liberdade artística se materializa em saraus, recitais, lançamentos de livros, peças de teatro, cursos preparatórios, exposições e outros formatos que privilegiem a difusão da poesia e da arte em geral. O casarão foi construído em 1935, época em que a região da Paulista era ocupada por mansões dos senhores do café. Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, foi habitada até 1986, quando sofreu desapropriação pelo governo do Estado. Por ter um dos mais belos jardins de rosas da cidade, a Casa das Rosas foi inaugurada como espaço cultural em 1991, com o nome que conhecemos atualmente. Atualmente, já com os típicos “espigões” de concreto dominando a paisagem, o imóvel revela uma parte da história da avenida que nem todos conhecem.

Theatro Municipal
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Um dos grandes cartões-postais de São Paulo, o Theatro Municipal funciona desde 1.911, embora sua construção tenha sido iniciada em 1.903. Projetado por Cláudio Rossi e desenhado por Domiziano Rossi, foi inaugurado pela ópera de Hamelet, de Ambroise Thomas, para uma multidão de 20 mil pessoas que se amontoavam na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao teatro. Com isso, a cidade começava a se integrar ao roteiro internacional dos grandes espetáculos. O local foi idealizado nos moldes dos melhores teatros do mundo para atender a ópera - a primeira forma artística e de lazer típica da burguesia, em virtude do grande número de italianos que viviam em São Paulo. Desde sua inauguração, duas grandes restaurações marcaram as mudanças e renovações do espaço: a primeira aconteceu em 1954, com o arquiteto Tito Raucht, responsável pelos pavimentos para ampliação dos camarins e redução dos camarotes. O segundo restauro ocorreu de 1986 a 1991, comandado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, restaurando o prédio e implementando estruturas e equipamentos mais modernos. Hoje, o Theatro coordena escolas de música e dança e busca desenvolver cada vez mais o trabalho de seus corpos estáveis: a Orquestra Sinfônica Municipal, a Orquestra Experimental de Repertório, o Balé da Cidade, o Quarteto de Cordas, o Coral Lírico e o Coral Paulistano.

Estação da Luz
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Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem. Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).

Museu da Imagem e do Som (MIS)
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O Museu da Imagem e do Som de São Paulo foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música. Em 2014, o museu foi o mais visitado do Estado de São Paulo, recebendo 603.197 pessoas, mais que o dobro do ano anterior (256.756). Ainda em 2014 o MIS foi eleito a Atração do Ano pelo Guia 4 Rodas. O museu também foi apontado pelo Google como segundo colocado entre os lugares mais procurados em São Paulo. No mesmo ano, a instituição foi a quarta colocada na lista dos lugares mais populares para os brasileiros segundo retrospectiva do Facebook.